Blitz Amazônico
CidadaniaCidadaniaGoverno do Amazonas

Inédita, subvenção da piaçava beneficia famílias que vivem da atividade em Barcelos e Santa Isabel do Rio Negro

De forma inédita, o governador Wilson Lima efetuou o pagamento da subvenção da piaçava a extrativistas da região do Alto Rio Negro. Inserido no plano de apoio aos produtores de fibras do Amazonas, o pagamento da subvenção econômica de piaçava foi de R$ 486 mil, beneficiando 161 trabalhadores ligados à Cooperativa dos Piaçabeiros do Médio e Alto Rio Negro (Coopiacamarin).
Pela subvenção, além do valor pelo qual o produtor de piaçava comercializa seu produto no mercado, ele também recebe, em cumprimento ao Decreto Governamental nº 43.852, de 11 de maio de 2021, a subvenção equivalente a R$ 0,50 por quilo do produto vendido.
Neste ano, o volume comercializado foi de 972 mil quilos. Os extrativistas são dos municípios de Santa Isabel do Rio Negro e Barcelos, onde foi realizada a solenidade de pagamento.
A política de benefício é executada pela Agência de Desenvolvimento Sustentável do Amazonas (ADS). A inclusão da piaçava na lista de apoio aos produtores do Amazonas e o primeiro pagamento da subvenção reforçam o compromisso do governador Wilson Lima com o setor extrativista, tendo em conta a importância social e econômica dessa cadeia produtiva.

Sobre a piaçava – É uma fibra natural extraída de algumas espécies de palmeiras. Ela é usada na fabricação de artesanato, vassouras, entre outros produtos, e fortalece a economia local onde é comercialmente extraída. Na região amazônica, a espécie endêmica é a Leopoldinia piassaba.
Aquisição e doação pelo PAF – O Governo do Amazonas, por meio da ADS, também efetuou a compra de 3 toneladas de produtos da agricultura familiar do município de Barcelos, na semana passada. A ação está inserida no Programa de Assistência Familiar (PAF).
Na ocasião, a ADS fez a doação de 1,5 mil itens, entre frutas e verduras da agricultura familiar. A ADS também realizou o cadastro de feirantes.

FOTOS: Lucas Silva/Secom

Post Relacionado

Faltando 79 dias para o fim do ano, a Prefeitura de Manaus atingiu em setembro, conforme dados do Conselho Municipal de Desenvolvimento Urbano (CMDU), a soma de 91,2% de todos os processos analisados em 2021: são 425 análises em 2022 contra 466 de todo o ano passado. Na maioria dos processos analisados pelo colegiado de planejamento urbano municipal está a Regularização e Habite-se (197 ou 46,35%), seguido de certidões em geral (150 ou 35,29%) e aprovação de projetos (59 ou 13,88%). Do total, 83%, ou 352, tiveram decisão por provimento integral, e outras 15 (4%) por provimento parcial. Outras 58, correspondente a 14%, foram indeferidas. O CMDU analisa processos desde licenças, Habite-se, renovações e certidões de licenciamento que tramitam no Instituto Municipal de Planejamento Urbano (Implurb). “O colegiado reflete parte do desenvolvimento urbano da capital e tem papel estratégico na gestão e construção da política para melhoria da cidade, dirimindo desde questões sociais, técnicas a habitacionais”, ressaltou o vice-presidente do Implurb, arquiteto e urbanista Claudemir Andrade. Entre os processos que também vão para o conselho constam aprovação e regularização de edificações; análises e aprovação de medidas mitigadoras e compensatórias para empreendimentos de impacto urbano-ambiental; decisões sobre pedidos de alteração de uso do solo, com atuação da Comissão Técnica de Planejamento Urbano (CTPCU); diligências, entre outros. A composição do grupo é de representantes de 18 entidades civis e públicas. Em todo encontro, realizado sempre às quartas-feiras (exceto feriados e pontos facultativos), um participante de cada entidade deve compor a plenária, somando 18 conselheiros, além dos requerentes dos processos em pauta, caso tenham interesse de participar. Atividade O CMDU é uma importante ferramenta de apreciação de projetos para o bem público, valorizando o esforço do empresariado ao cidadão comum, que busca regularizar sua obra e fazer o melhor pelo urbanismo da cidade, atendendo a legislação em vigor. O conselho foi criado na Lei Orgânica do Município (Loman), no artigo 221, tendo funções normativas, disciplinares e deliberativas sobre as questões relativas aos sistemas, serviços e ordenação do espaço urbano, considerando a legislação em vigor e o Plano Diretor da cidade. O conselho ainda delibera sobre os recursos do Fundo Municipal de Desenvolvimento Urbano (FMDU), parte integrante do Implurb.

Victória Farias

Prefeitura abre inscrições para a 12ª Semana de Estudos sobre o Orçamento Público

Victória Farias

Um minuto: é o que você precisa para mudar uma vida

blitzamazonico