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Aldeia Yanomami é incendiada e indígenas desaparecem, em Roraima

Lideranças indígenas vão à Europa para denunciar assassinatos e outros crimes na região amazônica. 


O povo yanomami abandonou uma das áreas de conflito, em Roraima, e segue desaparecido. Comunidade em chamas e vazia, é o que mostra vídeo gravado por um dos líderes.




Não se sabe ainda quem incendiou a aldeia localizada no interior de estado, mas a saída dos Yanomami da área estaria ligada ao estupro e assassinato de uma menina de 12 anos e ao desaparecimento de um menino de quatro anos na semana passada. Garimpeiros são suspeitos dos crimes.

No Pará, a mesma tensão. Os corpos de três caçadores foram encontrados na reserva Parakanã, no sudeste do estado. A Federação dos Povos Indígenas do Pará lamentou o caso, informou que acompanha as investigações da Polícia Federal e questionou as acusações contra os nativos pelo crime.

Em Itaituba, sudoeste paraense, indígenas Munduruku denunciam a presença, na reserva, de dragas usadas por garimpeiros. Há 15 dias, uma balsa com equipamentos para extração de ouro foi apreendida no território Xypaia, a 400 quilômetros de Altamira.

Em carta à Organização das Nações Unidas, o governo brasileiro sugeriu que toda essa tensão no Pará é resultado de um racha entre os próprios indígenas, parte contra e outra a favor do garimpo nas reservas. A resposta do Brasil veio após cobrança da ONU sobre ameaças e violências sofridas por indígenas na Amazônia. Nesta semana, algumas lideranças vão visitar representantes dos direitos humanos e investidores na Europa para denunciar invasões aos territórios e violações de direitos.

Com informações do SBT

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