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TCU forma maioria e aprova privatização da Eletrobras

No final da tarde quarta-feira (18), o plenário do Tribunal de Contas da União (TCU) formou maioria a favor da continuidade do processo de privatização da Eletrobras, estatal que atua nas áreas de geração e transmissão de energia. 




Avaliada em 67 bilhões de reais, a privatização deverá ser encerrada até meados de agosto, segundo o presidente da empresa, Rodrigo Limp. A concessão será feita por meio da capitalização da empresa — ou seja, o governo oferecerá ações que detém da Eletrobras na Bolsa de Valores, deixando de ser acionista majoritário.


Até às 17:49 o placar era de 6 votos a 1 pela aprovação do modelo de venda defendido pelo governo – apenas o ministro Vital do Rêgo votou contra. Os votos foram sinalizados ao longo da discussão do processo nesta quarta, mas ainda serão colhidos formalmente até o fim da sessão.


O processo de privatização da estatal ficou travado no TCU depois que o ministro revisor do caso, Vital do Rêgo, apontou subpreco estimado pelo governo para a venda das ações da Eletrobras. O governo, inicialmente, estimou em R$ 62 bilhões o valor das ações é depois aumentou para R$ 67 bilhões. Segundo o ministro do TCU, o valor deveria ser de R$ 130 bilhões, quase o dobro do valor estipulado pelo governo.

O governo espera que a emissão de oferta de ações da Eletrobras possa ser realizada entre o fim do primeiro semestre e o começo do segundo, em julho, sem avançar a janela eleitoral, apesar da estimativa do ministro de Minas e Energia, Adolfo Sachsida, ser mais otimista, e falar na venda no fim de maio e na liquidação em junho.


Com informações da Gazeta Brasil

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