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Grupo Ser Educacional firma parceria com Associação de Minerais Críticos para impulsionar pesquisas e inovação no setor mineral

Acordo prevê cooperação em áreas estratégicas como inteligência artificial, mineração sustentável, transição energética e formação de profissionais para uma cadeia considerada essencial para o futuro da economia

Foto: Divulgação/Ser Educacional

O Grupo Ser Educacional assinou, na última segunda-feira (28), um protocolo de intenções com a Associação de Minerais Críticos (AMC), dando início a uma cooperação voltada ao desenvolvimento de pesquisas, inovação tecnológica e formação de capital humano para um dos segmentos mais estratégicos da economia global. A assinatura ocorreu na sede da Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior (ABMES), em Brasília.

O acordo estabelece as bases para a cooperação acadêmica, científica e tecnológica entre as duas instituições, em um momento em que os minerais críticos ganham protagonismo nas discussões sobre transição energética, segurança das cadeias produtivas e desenvolvimento industrial. O protocolo tem vigência inicial de três anos.

A parceria contempla o desenvolvimento de estudos e pesquisas cooperativas, programas de residência técnica, estágios, visitas institucionais e projetos de inovação aberta voltados à solução de desafios tecnológicos, regulatórios, ambientais e econômicos relacionados à cadeia nacional de minerais críticos.

“Nosso objetivo é desenvolver estudos, pesquisas cooperativas, programas de residência técnica, estágios, visitas institucionais, projetos de inovação aberta e outras iniciativas voltadas à solução de desafios tecnológicos, regulatórios, ambientais e econômicos relacionados à cadeia nacional de minerais críticos”, afirma o CEO do Grupo Ser Educacional, Jânyo Diniz.

A cooperação abrange uma agenda multidisciplinar que incluirá pesquisas em geologia econômica, mineração sustentável, processamento mineral, materiais avançados e economia mineral. Também estarão entre as áreas prioritárias temas ligados à inovação tecnológica, inteligência artificial aplicada à mineração, digitalização, automação industrial, economia circular, reciclagem de minerais críticos e transição energética.

O escopo da parceria também envolve estudos sobre governança ambiental, social e corporativa (ESG), direito minerário, licenciamento ambiental, políticas públicas, financiamento de empreendimentos minerais, desenvolvimento regional, geopolítica dos minerais críticos e agregação de valor às cadeias produtivas.

Além da produção científica, as instituições pretendem ampliar a inserção internacional das pesquisas desenvolvidas no Brasil e fortalecer a aproximação entre universidades, empresas, órgãos públicos e centros de pesquisa. “A expectativa é contribuir para a construção de um ambiente favorável ao desenvolvimento de soluções inovadoras para o setor mineral, considerado estratégico diante da crescente demanda mundial por matérias-primas utilizadas na fabricação de baterias, veículos elétricos, equipamentos eletrônicos e tecnologias de energia limpa”, pontua Jânyo Diniz.

Para acompanhar a execução das iniciativas previstas, o protocolo estabelece a criação de um Comitê de Coordenação, formado por representantes das duas instituições. O grupo ficará responsável por acompanhar a implementação das ações, propor diretrizes estratégicas, identificar novas oportunidades de cooperação, estimular a captação de recursos e avaliar os resultados obtidos ao longo da parceria.

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