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Amazonas

Omar propõe assistência social adaptada às diferentes realidades na capital e no interior do Amazonas

Programa Amazonas Forte Social prevê levar serviços às comunidades considerando transporte fluvial e dificuldades de acesso no interior

O plano de governo do senador Omar Aziz (PSD) para a assistência social considera características que diferenciam o Amazonas de outras regiões do país, como as grandes distâncias entre comunidades, a predominância dos rios como vias de transporte e os períodos de cheia e seca. Para enfrentar essas dificuldades, Omar propõe o programa Amazonas Forte Social.

A proposta pretende ampliar a rede de proteção da capital às áreas mais afastadas, adaptando a oferta dos serviços às diferentes realidades do Estado e às dificuldades de deslocamento enfrentadas pela população.

“O chamado ‘fator amazônico’ é um elemento que aumenta o custo e dificulta a oferta contínua de serviços públicos. Com mais de 1,5 milhão de quilômetros quadrados e 62 municípios, o Amazonas exige políticas adaptadas às diferentes realidades. Proteger, no Amazonas, significa vencer distâncias para garantir direitos”, afirma o candidato ao Governo do Amazonas.

Na prática, o Amazonas Forte Social pretende integrar diferentes políticas e fortalecer a presença do poder público onde o acesso aos serviços é mais difícil.

“A ideia é fortalecer a presença do poder público onde o acesso é mais difícil e evitar que moradores do interior fiquem sem atendimento por causa de problemas de transporte, infraestrutura ou falta de profissionais”, assegura Omar.

Serviços adaptados à realidade dos rios
Como grande parte dos deslocamentos no interior ocorre por via fluvial, o plano propõe organizar as ações considerando as principais calhas dos rios e as características de cada região. A intenção é adequar a circulação das equipes e a oferta dos serviços às distâncias e aos períodos de cheia e seca.

O programa reúne ações de assistência social, segurança alimentar e atualização cadastral, além de políticas voltadas a mulheres, idosos, crianças, adolescentes, pessoas com deficiência, povos indígenas e comunidades tradicionais.

A proposta também prevê o acompanhamento das ações para identificar dificuldades e verificar se os serviços estão chegando à população.

“Monitorar não deve ser apenas uma exigência administrativa; é uma forma de saber se cada medida está chegando a quem mais precisa. Vamos combinar novas estruturas, melhorar a gestão, fortalecer a proteção social e interiorizar os serviços para reduzir as diferenças de atendimento entre Manaus e os municípios mais distantes”, ressalta Omar.

A estratégia reúne o Sistema Único de Assistência Social (SUAS), o Sistema Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (SISAN), o Cadastro Único (CadÚnico) e ações voltadas a mulheres, idosos, crianças, adolescentes, pessoas com deficiência, povos indígenas e comunidades tradicionais.

Imprensa Omar Aziz
Foto: Tadeu Rocha

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