A mãe, Celice, denuncia uma situação extremamente grave envolvendo sua filha, uma jovem de 19 anos, atendida no Hospital/Maternidade Chapout Prevout, durante o trabalho de parto.
Segundo o relato, a jovem foi obrigada a tentar um parto normal sem anestesia, mesmo apresentando sinais claros de complicações. Durante o procedimento, ela desmaiou na cama, passou mal e, ainda assim, a equipe teria insistido no parto. A mãe relata que a filha teve as partes íntimas cortadas, mesmo com o parto não evoluindo, e que somente depois foi constatado que o bebê não tinha passagem.
Diante da gravidade da situação, a jovem foi levada às pressas para o centro cirúrgico, onde passou por cirurgia. Atualmente, o bebê corre risco de vida, e a mãe também não está bem, permanecendo sob cuidados médicos. A família afirma que houve negligência médica grave e cobra providências urgentes.
Celice relata o desespero de não ter informações claras sobre o estado de saúde da filha:
“Quase mataram a minha filha. Eu não sei nem como ela está lá dentro.”
Para agravar ainda mais a revolta, em entrevista recente a um site de Manaus, o governador do Amazonas afirmou que a única coisa que acertou em sua gestão foi a saúde. Diante de denúncias como esta, a pergunta que fica é: se isso é o acerto, como estaria o que ele não acertou?
O caso escancara a necessidade de investigação rigorosa, transparência e respeito à vida das mulheres que dependem do sistema público de saúde.
📢 Denúncia em apuração.
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