Ser professor significa acompanhar descobertas, incentivar a autonomia e testemunhar mudanças que permanecem na vida dos estudantes
Legenda: Professora de Geografia, Andreia Secretti (Crédito: Divulgação)
Ensinar envolve muito mais do que explicar conteúdos, aplicar atividades ou acompanhar o desempenho em provas. Ao longo da trajetória escolar, professores também participam de descobertas, superações e escolhas que podem marcar a vida dos estudantes. Exemplo disso é do professor de História do Colégio Santo Anjo, Alex Bruno Fendiekovski, que começou a profissão com conquistas graduais. “Eu comecei aqui como estágio e fui passando até virar professor especialista. É uma oportunidade incrível na minha vida”, conta.
Quando o conteúdo ganha sentido
Para Alex, alguns dos momentos mais marcantes da profissão acontecem quando o conhecimento trabalhado em sala deixa de ficar restrito ao ambiente escolar e passa a fazer parte do cotidiano dos alunos.
Ele lembra de situações em que estudantes, depois de aprenderem determinado conteúdo, passaram a utilizá-lo para ajudar os colegas, explicar conceitos com as próprias palavras ou estabelecer relações com experiências fora da escola. “Fui assistir a um filme, lembrei da aula. Fui ler uma notícia, lembrei da aula”, exemplifica.
Para o professor, essas conexões mostram que o aprendizado ganhou significado. Quando o estudante consegue reconhecer o conhecimento em diferentes situações, o conteúdo deixa de ser apenas uma informação e passa a fazer parte da maneira como ele compreende o mundo. “Quando a sua aula consegue fazer esse sentido, ela consegue fazer essa conexão”, afirma.
Onze anos acompanhando descobertas
A professora de Geografia Andreia Secretti está no Colégio Santo Anjo desde 2015 e leciona para as turmas da 2ª e 3ª série do Ensino Médio. Ao longo de 11 anos, acumulou experiências que reforçaram sua compreensão sobre o papel da educação.
Para ela, ser professora significa trabalhar com algo que não pode ser medido somente por notas ou provas. “É ajudar a formar seres humanos críticos, justos e éticos”, define.
Andreia também destaca a importância de compreender que cada estudante chega à sala de aula carregando uma história própria. “Por trás de cada aluno, existe uma história, uma realidade, um sonho e, muitas vezes, desafios que não aparecem dentro da sala de aula.”
Conquistas não cabem em uma nota
Entre tantas lembranças acumuladas ao longo da carreira, Andreia aponta uma situação que continua sendo especialmente marcante: acompanhar um aluno que inicialmente apresentava dificuldades, insegurança ou desinteresse e, com o tempo, começa a participar das aulas, fazer perguntas e acreditar na própria capacidade. “Ver esse aluno superar seus medos, conquistar seus objetivos e perceber que é capaz nos faz compreender que o nosso trabalho vai muito além de ensinar conteúdos”, afirma.
Há ainda momentos que acontecem depois que os alunos deixam a escola. Andreia conta que receber mensagens de ex-estudantes dizendo que estão bem e agradecendo porque alguém acreditou neles representa uma das maiores recompensas da profissão.
“Receber recadinhos de ex-alunos falando que estão bem e te agradecendo por você ter acreditado nele, quando muitas vezes quase ninguém acreditava, isso não tem preço.”
O que fica depois da sala de aula
As histórias de Alex e Andreia revelam diferentes dimensões da docência. De um lado, está a satisfação de perceber que o conhecimento despertou curiosidade e passou a fazer parte do olhar do estudante sobre o mundo. De outro, a emoção de acompanhar alguém que conseguiu superar inseguranças e reconhecer o próprio potencial.
Alex resume sua visão sobre a docência como um exercício permanente de aprendizagem e de incentivo aos estudantes. Para ele, ser professor é atuar como um potencializador, acreditando na capacidade da educação de contribuir para a vida de cada aluno e para a sociedade. “Ser professor é estar constantemente em aprendizado e ser um potencializador. É acreditar na transformação por meio da educação.”
No Dia do Professor, histórias como as de Alex e Andreia ajudam a lembrar que os resultados do trabalho docente nem sempre aparecem imediatamente. Muitas vezes, estão em uma pergunta feita em sala, em uma descoberta, na confiança conquistada ou em uma mensagem enviada anos depois.
São marcas que permanecem e mostram que ensinar também é acompanhar pessoas em diferentes momentos de suas trajetórias, ajudando-as a reconhecer suas possibilidades e construir novos caminhos.
Sobre o Colégio Santo Anjo
Fundado em 1999 em Curitiba, o Colégio Santo Anjo tem como propósito proporcionar aos seus alunos uma formação integral, com consciência social e pensamento crítico, preparando-os para uma vida saudável, sustentável e feliz. Com metodologia dinâmica e moderna, o colégio estimula o desenvolvimento de competências, habilidades, talentos e múltiplas inteligências, tornando cada aluno protagonista para atuar na vida. Com cinco unidades de ensino, que vão do berçário ao Ensino Médio, o Colégio Santo Anjo reúne cerca de 3 mil alunos e conta com aproximadamente 600 colaboradores.Legenda: Professora de Geografia, Andreia Secretti (Crédito: Divulgação)
Ensinar envolve muito mais do que explicar conteúdos, aplicar atividades ou acompanhar o desempenho em provas. Ao longo da trajetória escolar, professores também participam de descobertas, superações e escolhas que podem marcar a vida dos estudantes. Exemplo disso é do professor de História do Colégio Santo Anjo, Alex Bruno Fendiekovski, que começou a profissão com conquistas graduais. “Eu comecei aqui como estágio e fui passando até virar professor especialista. É uma oportunidade incrível na minha vida”, conta.
Quando o conteúdo ganha sentido
Para Alex, alguns dos momentos mais marcantes da profissão acontecem quando o conhecimento trabalhado em sala deixa de ficar restrito ao ambiente escolar e passa a fazer parte do cotidiano dos alunos.
Ele lembra de situações em que estudantes, depois de aprenderem determinado conteúdo, passaram a utilizá-lo para ajudar os colegas, explicar conceitos com as próprias palavras ou estabelecer relações com experiências fora da escola. “Fui assistir a um filme, lembrei da aula. Fui ler uma notícia, lembrei da aula”, exemplifica.
Para o professor, essas conexões mostram que o aprendizado ganhou significado. Quando o estudante consegue reconhecer o conhecimento em diferentes situações, o conteúdo deixa de ser apenas uma informação e passa a fazer parte da maneira como ele compreende o mundo. “Quando a sua aula consegue fazer esse sentido, ela consegue fazer essa conexão”, afirma.
Onze anos acompanhando descobertas
A professora de Geografia Andreia Secretti está no Colégio Santo Anjo desde 2015 e leciona para as turmas da 2ª e 3ª série do Ensino Médio. Ao longo de 11 anos, acumulou experiências que reforçaram sua compreensão sobre o papel da educação.
Para ela, ser professora significa trabalhar com algo que não pode ser medido somente por notas ou provas. “É ajudar a formar seres humanos críticos, justos e éticos”, define.
Andreia também destaca a importância de compreender que cada estudante chega à sala de aula carregando uma história própria. “Por trás de cada aluno, existe uma história, uma realidade, um sonho e, muitas vezes, desafios que não aparecem dentro da sala de aula.”
Conquistas não cabem em uma nota
Entre tantas lembranças acumuladas ao longo da carreira, Andreia aponta uma situação que continua sendo especialmente marcante: acompanhar um aluno que inicialmente apresentava dificuldades, insegurança ou desinteresse e, com o tempo, começa a participar das aulas, fazer perguntas e acreditar na própria capacidade. “Ver esse aluno superar seus medos, conquistar seus objetivos e perceber que é capaz nos faz compreender que o nosso trabalho vai muito além de ensinar conteúdos”, afirma.
Há ainda momentos que acontecem depois que os alunos deixam a escola. Andreia conta que receber mensagens de ex-estudantes dizendo que estão bem e agradecendo porque alguém acreditou neles representa uma das maiores recompensas da profissão.
“Receber recadinhos de ex-alunos falando que estão bem e te agradecendo por você ter acreditado nele, quando muitas vezes quase ninguém acreditava, isso não tem preço.”
O que fica depois da sala de aula
As histórias de Alex e Andreia revelam diferentes dimensões da docência. De um lado, está a satisfação de perceber que o conhecimento despertou curiosidade e passou a fazer parte do olhar do estudante sobre o mundo. De outro, a emoção de acompanhar alguém que conseguiu superar inseguranças e reconhecer o próprio potencial.
Alex resume sua visão sobre a docência como um exercício permanente de aprendizagem e de incentivo aos estudantes. Para ele, ser professor é atuar como um potencializador, acreditando na capacidade da educação de contribuir para a vida de cada aluno e para a sociedade. “Ser professor é estar constantemente em aprendizado e ser um potencializador. É acreditar na transformação por meio da educação.”
No Dia do Professor, histórias como as de Alex e Andreia ajudam a lembrar que os resultados do trabalho docente nem sempre aparecem imediatamente. Muitas vezes, estão em uma pergunta feita em sala, em uma descoberta, na confiança conquistada ou em uma mensagem enviada anos depois.
São marcas que permanecem e mostram que ensinar também é acompanhar pessoas em diferentes momentos de suas trajetórias, ajudando-as a reconhecer suas possibilidades e construir novos caminhos.
Sobre o Colégio Santo Anjo
Fundado em 1999 em Curitiba, o Colégio Santo Anjo tem como propósito proporcionar aos seus alunos uma formação integral, com consciência social e pensamento crítico, preparando-os para uma vida saudável, sustentável e feliz. Com metodologia dinâmica e moderna, o colégio estimula o desenvolvimento de competências, habilidades, talentos e múltiplas inteligências, tornando cada aluno protagonista para atuar na vida. Com cinco unidades de ensino, que vão do berçário ao Ensino Médio, o Colégio Santo Anjo reúne cerca de 3 mil alunos e conta com aproximadamente 600 colaboradores.Legenda: Professora de Geografia, Andreia Secretti (Crédito: Divulgação)
Ensinar envolve muito mais do que explicar conteúdos, aplicar atividades ou acompanhar o desempenho em provas. Ao longo da trajetória escolar, professores também participam de descobertas, superações e escolhas que podem marcar a vida dos estudantes. Exemplo disso é do professor de História do Colégio Santo Anjo, Alex Bruno Fendiekovski, que começou a profissão com conquistas graduais. “Eu comecei aqui como estágio e fui passando até virar professor especialista. É uma oportunidade incrível na minha vida”, conta.
Quando o conteúdo ganha sentido
Para Alex, alguns dos momentos mais marcantes da profissão acontecem quando o conhecimento trabalhado em sala deixa de ficar restrito ao ambiente escolar e passa a fazer parte do cotidiano dos alunos.
Ele lembra de situações em que estudantes, depois de aprenderem determinado conteúdo, passaram a utilizá-lo para ajudar os colegas, explicar conceitos com as próprias palavras ou estabelecer relações com experiências fora da escola. “Fui assistir a um filme, lembrei da aula. Fui ler uma notícia, lembrei da aula”, exemplifica.
Para o professor, essas conexões mostram que o aprendizado ganhou significado. Quando o estudante consegue reconhecer o conhecimento em diferentes situações, o conteúdo deixa de ser apenas uma informação e passa a fazer parte da maneira como ele compreende o mundo. “Quando a sua aula consegue fazer esse sentido, ela consegue fazer essa conexão”, afirma.
Onze anos acompanhando descobertas
A professora de Geografia Andreia Secretti está no Colégio Santo Anjo desde 2015 e leciona para as turmas da 2ª e 3ª série do Ensino Médio. Ao longo de 11 anos, acumulou experiências que reforçaram sua compreensão sobre o papel da educação.
Para ela, ser professora significa trabalhar com algo que não pode ser medido somente por notas ou provas. “É ajudar a formar seres humanos críticos, justos e éticos”, define.
Andreia também destaca a importância de compreender que cada estudante chega à sala de aula carregando uma história própria. “Por trás de cada aluno, existe uma história, uma realidade, um sonho e, muitas vezes, desafios que não aparecem dentro da sala de aula.”
Conquistas não cabem em uma nota
Entre tantas lembranças acumuladas ao longo da carreira, Andreia aponta uma situação que continua sendo especialmente marcante: acompanhar um aluno que inicialmente apresentava dificuldades, insegurança ou desinteresse e, com o tempo, começa a participar das aulas, fazer perguntas e acreditar na própria capacidade. “Ver esse aluno superar seus medos, conquistar seus objetivos e perceber que é capaz nos faz compreender que o nosso trabalho vai muito além de ensinar conteúdos”, afirma.
Há ainda momentos que acontecem depois que os alunos deixam a escola. Andreia conta que receber mensagens de ex-estudantes dizendo que estão bem e agradecendo porque alguém acreditou neles representa uma das maiores recompensas da profissão.
“Receber recadinhos de ex-alunos falando que estão bem e te agradecendo por você ter acreditado nele, quando muitas vezes quase ninguém acreditava, isso não tem preço.”
O que fica depois da sala de aula
As histórias de Alex e Andreia revelam diferentes dimensões da docência. De um lado, está a satisfação de perceber que o conhecimento despertou curiosidade e passou a fazer parte do olhar do estudante sobre o mundo. De outro, a emoção de acompanhar alguém que conseguiu superar inseguranças e reconhecer o próprio potencial.
Alex resume sua visão sobre a docência como um exercício permanente de aprendizagem e de incentivo aos estudantes. Para ele, ser professor é atuar como um potencializador, acreditando na capacidade da educação de contribuir para a vida de cada aluno e para a sociedade. “Ser professor é estar constantemente em aprendizado e ser um potencializador. É acreditar na transformação por meio da educação.”
No Dia do Professor, histórias como as de Alex e Andreia ajudam a lembrar que os resultados do trabalho docente nem sempre aparecem imediatamente. Muitas vezes, estão em uma pergunta feita em sala, em uma descoberta, na confiança conquistada ou em uma mensagem enviada anos depois.
São marcas que permanecem e mostram que ensinar também é acompanhar pessoas em diferentes momentos de suas trajetórias, ajudando-as a reconhecer suas possibilidades e construir novos caminhos.
Sobre o Colégio Santo Anjo
Fundado em 1999 em Curitiba, o Colégio Santo Anjo tem como propósito proporcionar aos seus alunos uma formação integral, com consciência social e pensamento crítico, preparando-os para uma vida saudável, sustentável e feliz. Com metodologia dinâmica e moderna, o colégio estimula o desenvolvimento de competências, habilidades, talentos e múltiplas inteligências, tornando cada aluno protagonista para atuar na vida. Com cinco unidades de ensino, que vão do berçário ao Ensino Médio, o Colégio Santo Anjo reúne cerca de 3 mil alunos e conta com aproximadamente 600 colaboradores.

